terça-feira, 27 de janeiro de 2009

TROCANDO COM O MUNDO AFETOS DE VIDA!!!



Vivemos tempos de medo. A aparente paz que nos envolve são apenas centelhas do nosso ser que buscam incessantemente a paz encontrar. Entre uma esquina e outra do tempo indeterminado pela vida, parece-nos estamos prestes a cruzarmos com ela, a paz, porém os tempos do contemporâneo não nos deixam perceber que é na simplicidade que ela se encontra. A contrariedade do nosso ser, sempre em busca de bens e destaque social, coloca-nos uma questão. Onde estará escondida a paz do ser humano contemporâneo?
Respostas não tenho trago comigo apenas indagações a serem compartilhadas no sincronismo da vida com o relógio do tempo vida de cada ser humano disposto a descobrir o novo. Se tu procuras respostas, certamente ás encontrará na construção de paradigmas novos para o mundo, na relação inevitável, necessária do ser gregário, de juntos avançarmos rumo a quebra do medo indomável que nós mesmos criamos ao estabelecermos socialmente relações de ódio, e rancor, de posse e não de compartilhamento, de individualismo e soberba.
Talvez você, como eu, não encontre, mesmo trocando incessantemente experiências de vida nas relações humanas respostas às suas indagações. Porém certamente ao nos relacionarmos, abrimos caminho para o novo e estabelecemos novas inquietações da alma, e na troca incessante em busca da paz interior nos deparamos com a utopia de sermos o que somos a cada dia. É... as respostas não estão escondidas, porém andam a vagar. Talvez a encontremos, mas se não a cruzarmos entre uma esquina e outra do tempo indeterminado pela vida, certamente a encontraremos nesta máxima: “Torna-te quem tu és.”
Há! Começamos esta reflexão falando sobre o medo. Ele é apenas a falta de respostas à nossas questões. E olha talvez estas respostas não existam. O que não necessariamente me leva a ser um grande medroso.
De tudo externado e compartilhado aqui, o que vale a pena mesmo é na vida quotidiana continuarmos trocando com o mundo Afetos de vida, talvez não encontremos respostas, mas sem dúvida construímos novos paradigmas, construiremos novos caminhos em busca das mesmas respostas.

2 comentários:

  1. É isso que nos move mateuzão: o medo; a procura pelo equilíbrio emocional; a procura por respostas! O que a gente tem há fazer de melhor é se enquadrar à lógica de operação do meio em que vivemos, até o dia em que a resposta das nossas perguntas chegarem, e como você disse, talvez elas nem venham.

    Abraços. Tuzi.

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