
Vivemos tempos de medo. A aparente paz que nos envolve são apenas centelhas do nosso ser que buscam incessantemente a paz encontrar. Entre uma esquina e outra do tempo indeterminado pela vida, parece-nos estamos prestes a cruzarmos com ela, a paz, porém os tempos do contemporâneo não nos deixam perceber que é na simplicidade que ela se encontra. A contrariedade do nosso ser, sempre em busca de bens e destaque social, coloca-nos uma questão. Onde estará escondida a paz do ser humano contemporâneo?
Respostas não tenho trago comigo apenas indagações a serem compartilhadas no sincronismo da vida com o relógio do tempo vida de cada ser humano disposto a descobrir o novo. Se tu procuras respostas, certamente ás encontrará na construção de paradigmas novos para o mundo, na relação inevitável, necessária do ser gregário, de juntos avançarmos rumo a quebra do medo indomável que nós mesmos criamos ao estabelecermos socialmente relações de ódio, e rancor, de posse e não de compartilhamento, de individualismo e soberba.
Talvez você, como eu, não encontre, mesmo trocando incessantemente experiências de vida nas relações humanas respostas às suas indagações. Porém certamente ao nos relacionarmos, abrimos caminho para o novo e estabelecemos novas inquietações da alma, e na troca incessante em busca da paz interior nos deparamos com a utopia de sermos o que somos a cada dia. É... as respostas não estão escondidas, porém andam a vagar. Talvez a encontremos, mas se não a cruzarmos entre uma esquina e outra do tempo indeterminado pela vida, certamente a encontraremos nesta máxima: “Torna-te quem tu és.”
Há! Começamos esta reflexão falando sobre o medo. Ele é apenas a falta de respostas à nossas questões. E olha talvez estas respostas não existam. O que não necessariamente me leva a ser um grande medroso.
De tudo externado e compartilhado aqui, o que vale a pena mesmo é na vida quotidiana continuarmos trocando com o mundo Afetos de vida, talvez não encontremos respostas, mas sem dúvida construímos novos paradigmas, construiremos novos caminhos em busca das mesmas respostas.
Respostas não tenho trago comigo apenas indagações a serem compartilhadas no sincronismo da vida com o relógio do tempo vida de cada ser humano disposto a descobrir o novo. Se tu procuras respostas, certamente ás encontrará na construção de paradigmas novos para o mundo, na relação inevitável, necessária do ser gregário, de juntos avançarmos rumo a quebra do medo indomável que nós mesmos criamos ao estabelecermos socialmente relações de ódio, e rancor, de posse e não de compartilhamento, de individualismo e soberba.
Talvez você, como eu, não encontre, mesmo trocando incessantemente experiências de vida nas relações humanas respostas às suas indagações. Porém certamente ao nos relacionarmos, abrimos caminho para o novo e estabelecemos novas inquietações da alma, e na troca incessante em busca da paz interior nos deparamos com a utopia de sermos o que somos a cada dia. É... as respostas não estão escondidas, porém andam a vagar. Talvez a encontremos, mas se não a cruzarmos entre uma esquina e outra do tempo indeterminado pela vida, certamente a encontraremos nesta máxima: “Torna-te quem tu és.”
Há! Começamos esta reflexão falando sobre o medo. Ele é apenas a falta de respostas à nossas questões. E olha talvez estas respostas não existam. O que não necessariamente me leva a ser um grande medroso.
De tudo externado e compartilhado aqui, o que vale a pena mesmo é na vida quotidiana continuarmos trocando com o mundo Afetos de vida, talvez não encontremos respostas, mas sem dúvida construímos novos paradigmas, construiremos novos caminhos em busca das mesmas respostas.

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirÉ isso que nos move mateuzão: o medo; a procura pelo equilíbrio emocional; a procura por respostas! O que a gente tem há fazer de melhor é se enquadrar à lógica de operação do meio em que vivemos, até o dia em que a resposta das nossas perguntas chegarem, e como você disse, talvez elas nem venham.
ResponderExcluirAbraços. Tuzi.